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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Conheça os sintomas e consequências da apneia do sono.


Dor de cabeça pela manhã, ronco alto, cansaço e
sonolência durante o dia...


Se você se identificou com alguma dessas situações, CUIDADO! Sintomas comuns a quem sofre de apneia do sono (interrupção temporária da respiração) podem indicar problemas cardiovasculares. Estudo realizado pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, aponta que essas complicações estão intimamente ligadas, pois são ocasionadas pelo mesmo problema, a obstrução das vias aéreas superiores enquanto a pessoa dorme.  

"O distúrbio leva o indivíduo a ter o sono fragmentado o qual provoca queda da oxigenação dos tecidos do corpo, aumento da pressão arterial e aterosclerose [acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos]. Dependendo da gravidade, a pessoa estará predisposta a desenvolver arritmia cardíaca, infarto e AVC”, alerta o Dr. Fausto Ito, Especialista em Anatomia Aplicada da Cabeça e membro da Associação Brasileira do Sono. 

De acordo com o estudo, é prematuro afirmar que pacientes com apneia poderão se tratar com os medicamentos destinados à hipertensão. Como as alterações são as mesmas para as duas doenças, é necessária a realização da polissonografia (exame do sono) para investigar se as alterações no sono estão elevando a pressão, principalmente durante a noite ou pela manhã. 

O Dr. Fausto Ito alerta que o ronco alto e frequente, principal sinal da apneia, e que é perigosamente negligenciado, pode ter relação com a o aumento da pressão. “Não há um medicamento para isso. Se a pessoa emite fortes ruídos enquanto dorme ou tem apneia de grau leve ou moderado, o tratamento é feito com aparelhos bucais de avanço mandibular. Quando for um problema mais grave associado a outros fatores como obesidade (IMC≥35 kg/m2), diabetes descontrolada é recomendável o uso de máscara nasal [CPAP]”, explica. 

O especialista sugere pequenas mudanças de hábito que podem melhorar a qualidade do sono e prevenir os sintomas. “Fazer exercícios periodicamente é fundamental. Deve-se evitar bebidas alcoólicas antes de dormir, pois elas causam maior relaxamento na musculatura que resultam no aumento dos roncos e das apneias”, recomenda.


* Acesse o link e saiba mais sobre o efeito do Aparelho ITO para apneia do sono: 

domingo, 7 de outubro de 2012

Você ainda acha que roncar é normal?


E, no meio da noite, um barulho te impede de dormir. A cama quase treme, o ruído é ensurdecedor. Você olha para o lado e percebe que seu parceiro está com a boca aberta, a barriga para cima e roncando como igual a um trator…  



Quem ainda não experimentou essa situação, não sabe o quão traumático e desagradável é passar a noite inteira cutucando o companheiro e observando se ele parou de respirar. O ruído pode atingir cerca de 80 a 90 decibéis e as pausas na respiração podem durar cerca de 1 minuto e meio. Essas duas situtações são motivos mais que suficientes para procurar ajuda de um especialista em Sono o quanto antes.

Para quem ainda não acredita que o ronco representa uma séria ameaça a saúde humana, diversos estudos relacionam de forma direta o ronco com diversos tipos de câncer, diabetes tipo 2, obesidade, depressão, AVC e infarto do miocárdio.

Há quem cometa a herege de dizer em pleno século XXI que roncar é normal. Tomara que Deus ilumine essas pessoas e as façam ler esse artigo e tomar alguma atitude para solucionar o problema porque quando estamos roncando ocorre o estreitamento da passagem de ar nas vias aéreas, a oxigenação fica comprometida e a região da garganta fica mais suscetível ao colabamento (apneias). 

As pessoas que sofrem cronicamente com esses episódios em seu sono comumente são pessoas mais impacientes, com dificuldade de aprendizado e concentração e seu funcionamento de uma forma geral é bem mais lento.  Uma das consequências mais frequentes de quem dorme mal é a sonolência excessiva que se estabelece durante o dia em momentos indevidos. A sonolência excessiva diurna (SED) é responsável por aumentar em o risco de acidentes de trânsito e de trabalho em cerca de 7 a 10 vezes. No Brasil ocorrem cerca de 3 mil acidentes por ano por causa de motoristas que dormem ao volante.     

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

SAIBA COMO IDENTIFICAR O RONCO INFANTIL.



Você sabia que o baixo rendimento escolar, agressividade e hiperatividade podem ser sinais de que o seu filho sofre de distúrbios do sono? Uma noite mal dormida prejudica o desenvolvimento da criança e é preciso que os pais estejam atentos para buscar informações e tratamentos adequados o quanto antes. Conheça os sintomas, as consequências e os tratamentos para o ronco infantil.
Identificando os sintomas

A identificação dos sintomas de que o filho não está dormindo bem deve ser feita pelos pais, pois dificilmente a criança consegue fazer a associação do cansaço ou da falta de atenção nos estudos com problemas ligados ao sono. Fausto Ito, especialista em Odontologia do Sono e Membro da Associação Brasileira do Sono, explica que um dos sinais mais visíveis é a respiração forte da criança. Não que isso seja um sintoma grave, mas serve como primeiro sinal para os pais ficarem alertas aos demais indícios quando a criança se deita para dormir. 

Os pais devem se preocupar quando o ronco passa a ser alto e frequente.
O ronco geralmente impede as crianças de chegar ao sono profundo, que é quando o corpo realmente descansa e repõe as energias gastas durante o dia. Quando esse processo é interrompido ou o tempo que a criança fica nesse estágio de sono não é suficiente, o cansaço e o baixo rendimento escolar passam a chamar atenção, evidenciando ainda mais o problema.

Nas crianças o ronco está associado ao aumento dos tecidos linfóides como as adenóides e amígdalas que podem provocar dificuldades na respiração e sono agitado. Somado ao crescimento das amígdalas, o Dr. Fausto acrescenta as alergias e o desvio de septo como causas do ronco nos pequenos. Além desses fatores, chupar chupeta e o dedo podem alterar a arcada dentária e o céu da boca, prejudicando ainda mais quem já tem algum desses problemas.
O Dr. Fausto Ito comenta que o ronco é sinônimo de fragmentação do sono e isso pode trazer sérias consequências para o desenvolvimento das crianças.
Consequências
A dificuldade na respiração noturna pode acarretar vários problemas de saúde nas crianças como queda na imunidade e  de crescimento. A mordida aberta que ocorre quando os dentes frontais da arcada superior não tocam os da arcada inferior, é uma das consequências atribuídas à dificuldade de respirar durante a noite o qual pode acentuar o barulho do ronco nas crianças. O Dr. Ito explica que o céu da boca profundo e arcada estreita também contribuem para atrapalhar a respiração pelo nariz durante a noite e por esse motivo os pequenos acabam dormindo com a boca aberta.
O ronco e as apneias do sono nas crianças geralmente vem acompanhado de respiração bucal, posição incorreta da língua, alteração no posicionamento dos dentes devido ao crescimento irregular da parte superior e inferior da boca.
O comportamento, o humor e a capacidade de retenção de informações na escola também podem ser prejudicados quando a criança passa por períodos de sono SEM EXTENÇÃO REPARADORA.
A obesidade tanto pode ser causa como consequência do ronco infantil. Segundo Fausto Ito, a partir do momento em que a criança dorme mal, o corpo precisa compensar essa energia que não foi reposta durante o sono. Com isso, a tendência é que ela busque outras fontes de energia, como os carboidratos, doces e frituras.
Esse quadro piora ainda mais quando a criança é sedentária. O que falta na população é informação para evitar que os pequenos desenvolvam problemas de obesidade e diabetes por conta de noites mal dormidas, adverte o Dr. Fausto.
Os pais que percebem que seus filhos estão roncando devem procurar ajuda médica para avaliar quais são as causas do ronco e iniciar o tratamento para sanar o problema. "O diagnóstico e o tratamento são feitos multidisciplinarmente. Isso inclui a participação do pediatra, do otorrinolaringologista, dentista e fonoaudiólogo.
O exame mais utilizado para diagnosticar corretamente os distúrbios do sono é o exame do sono - polissonografia. 
Tratamento e correção
O tratamento para as crianças poderá englobar diversos procedimentos tanto conservadores como tratamento de condições alérgicas, uso de aparelhos bucais para estimular crescimento, acompanhamento fonoaudiológico e mudança de estilo de vida das crianças e dos pais. 

Além disso, o Dr. Fausto Ito indica a prática de exercícios físicos regularmente, além de alimentação balanceada e adequada às necessidades da criança. A higiene do sono também é essencial e por esse motivo os pais devem ser rigorosos quanto aos horários dos pequenos para dormir e acordar e, principalmente, quanto ao uso de aparelhos eletrônicos e internet. 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

RONCO é sinal de PERIGO!!!


Mais do que um incômodo para quem dorme ao lado, os distúrbios do sono sinalizam alterações que podem levar a doenças graves.

Muitos problemas de saúde que atingem os brasileiros tem sua origem também em problemas do sono. Os principais distúrbios são o ronco alto e frequente,  apneia do sono, bruxismo - conhecido por ranger dos dentes e a insônia.

Doenças graves como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) e a hipertensão representam alguns males diretamente correlacionados ao estilo de vida e ao ronco. No Brasil, os distúrbios do sono atingem cerca de 30% da população.  

Em muitos casos a situação se agrava porque cerca de 90% das pessoas que roncam não procuram um especialista para diagnosticar e tratar o problema. Outro alerta fica por conta da OBESIDADE que representa o maior fator de risco para ocorrência dos problemas de sono e da queda na Qualidade de Vida da humanidade. 
* Assista aos vídeos do Dr. Fausto Ito no YouTube.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

O SONO DURANTE A GRAVIDEZ.

A privação do sono ou o sono irregular da mãe durante a gravidez e a amamentação, pode acarretar ansiedade, aumento de pressão, alterações no humor e até problemas no relacionamento.

PRECISO DORMIR! 

Essa frase é muito repetida pelas mães que acabam de ter bebê. E ela é mais real do que se possa imaginar.
Da mesma maneira que se alimentar, respirar e praticar exercícios físicos, dormir também é uma necessidade vital para o ser humano e, por isso, é comum ouvirmos dizer que necessitamos de oito horas de sono por dia. Porém, devido ao ritmo de vida cada vez mais intenso por diversos motivos e, às vezes, à dupla ou tripla jornada de trabalho, torna-se quase impossível essa quantidade de horas, especialmente durante o primeiro ano de vida do bebê. Sendo assim, a preocupação maior dos especialistas em sono é com a qualidade das horas dormidas. 

Para se ter o cobiçado sono reparador, é importante que a pessoa passe por todas as fases do sono - desde a transição da vigília para o sono superficial até o sono profundo e a fase dos sonhos (sono REM, do inglês: Movimento Rápido dos Olhos). Somente assim a pessoa sentirá a sensação plena de que o seu sono foi restaurador e suficiente para recuperar suas energias. Doenças como diabetes tipo 2, pressão alta, infarto, câncer e depressão são as enfermidades que mais crescem na população mundial, e todas elas estão relacionadas ao estresse e ao cansaço crônico devido à qualidade ruim do sono e aos distúrbios respiratórios do sono, como o ronco e a apneia (paradas na respiração), que atinge cerca de 33% da população brasileira.
A privação do sono, ou o sono irregular da mãe durante o período de gravidez e principalmente da amamentação, pode acarretar aumento da ansiedade, problemas físicos, como aumento de pressão, alterações psicossociais com variações de humor, e no relacionamento social devido à irregularidade do sono. De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia, Estados Unidos, perder uma noite do sono diminui a capacidade de armazenar novas informações em cerca de 40%, dificultando a capacidade da memória, do raciocínio e da concentração. A pessoa pode se queixar de indisposição e impaciência, se tornar mais lenta nas atividades diárias e mais suscetível a doenças infecciosas.
Embora a quantidade de sono nos seres humanos seja variável ao longo da vida, é importante a mãe saber que, normalmente, um bebê recém-nascido dorme cerca de 16 horas por dia durante o primeiro ano. É recomendável que, no mais curto espaço de tempo, a mãe acostume o seu filho a dormir em seu berço e, se possível, em quarto separado, pois essa separação faz parte da educação quanto ao sono e do desprendimento natural entre mãe e filho. Esse tipo de abordagem é fundamental tanto para os pais quanto para os seus filhos. Dessa forma os pais vão conseguir relacionar determinadas situações ao adormecer da criança e prevenir as associações equivocadas para o sono, como a presença e a disponibilidade total da mãe a qualquer momento, seja durante o dia ou ao longo da noite.
É fato que, até os três primeiros meses de vida do bebê a situação da mãe é mais complicada, porque o recém-nascido não tem condições de estabelecer seu ritmo biológico, ou seja, a percepção do dia e da noite ainda está confusa e se consolidando. Por causa disso, o bebê pode acordar várias vezes durante a noite, interrompendo também o sono da mãe. Durante esse período, é importante haver um revezamento com o pai, a família ou a babá para permitir o descanso adequado e necessário para a manutenção da saúde da mulher.
Outro ponto importante é os pais saberem criar as associações certas para o bom sono do filho. Consulte um Especialista em Sono para esclarecer as suas dúvidas e melhorar a qualidade do sono de toda a família. 
Fonte: Revista Bebê e Gestante.

domingo, 1 de julho de 2012

VOCÊ RONCA OU TEM APNEIA?



Existem pessoas que roncam, mas não têm apneia, assim como existe quem tem apneia e não ronca.


Cerca de 33% da população brasileira tem problemas relacionados ao sono como os roncos, as apneias, insônia, bruxismo entre outros. As pessoas com distúrbios do sono estão mais propensas a desenvolver problemas de coração, diabetes tipo 2, obesidade e sonolência excessiva durante o dia (SED), esta última, aumenta as chances da pessoa se envolver em acidentes de trânsito e de trabalho.
Se você tem o queixo pequeno, está acima do peso, ronca alto, de forma frequente e tem o sono interrompido devido a falta de ar, procure ajuda de um especialista em sono para te orientar quanto ao diagnóstico e tratamento adequados para solucionar o seu problema o mais rápido possível. 
As consequências do ronco e da apneia NÃO TRATADA tendem a se tornar mais graves a medida que o tempo passa, pois a doença tem característica progressiva, ou seja, evolui de acordo com o envelhecimento, flacidez da musculatura, descompensação hormonal o que torna o controle do caso bem mais complexo.   
Confira as orientações para ter um sono tranquilo:  
* Acesse os links abaixo e confira as entrevistas do Dr. Fausto ITO: